Mando faíscas, pra reavivar o fogo O coração, a alma Pra fazer bombar nas veias O sangue quente da poesia, da canção Uma saudade, Dos acordes, das imagens Uma queixa, Uma deixa, Levada pelo vento...
Sou como uma colcha de retalhos (inacabada). Vou crescendo a medida que a mim se incorporam pedacinhos das pessoas e lugares que vão cruzando o meu caminho. Alguns dias, de cores vibrantes; outros, desbotada, porém sempre buscando preencher as minhas lacunas com novas estampas e cores.
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